
Três homens falidos—um rei sem reino, um poeta sem inspiração e um sacerdote que perdeu a fé — são reunidos por uma figura sombria chamada “o que corrói”, em busca de três objetos mágicos que representam coragem, criação e transcendência. Nessa fábula de horror e fantasia, Carlos Trillo constrói uma narrativa cheia de símbolos, que remete aos contos de fadas medievais e à literatura mitopoética, enquanto Fernández cria atmosferas densas com seu domínio absoluto da pintura e da composição.