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Alexandre Willer Melo é de São Paulo, capital. Tem 52 anos e mora no centro velho da cidade, é autor do livro de contos Maré Vazante e outras Estórias (Clube de Autores, 2013) e participou das antologias Homossilábicas Vol.2 (Editora Escândalo, 1998), Cem anos de amor, loucura e morte (Editora Moinhos, 2017), GOLPE: Antologia Manifesto (Nosotros Editorial, 2017) e da antologia A Resistência dos Vaga-lumes (Editora Nós, 2018). Tem mais livros que amigos, é cinéfilo, ama fotografia e gosta de jogar conversa fora enquanto rolam bons drinques. Gosta de padaria e de pastel de feira.


Lawyer and writer Raphael Montes was born in 1990, in Rio de Janeiro. His short stories have been published in several mystery anthologies, as well as magazines. At the age of 20, he impressed critics and public alike with Roulette (Editora Benvirá), an action-packed crime novel that was a finalist in the 2010 Benvirá Literature Prize, the Brazilian National Library’s 2012 Machado de Assis Prize and the prestigious 2013 São Paulo Literature Prize, and has sold over 15 thousand copies. At 24, he published his second novel, Perfect Days (Companhia das Letras), which has been phenomenally successful: translation rights have been sold to 13 territories (USA, Canada, England, France, Spain, Italy, Portugal, Germany, Turkey, Holland, Macau, Hong Kong and Taiwan) and it occupied bestseller lists for many weeks.


João Silvério Trevisan (born June 23, 1944 in Ribeirão Bonito, São Paulo) is Brazilian author, playwright, journalist, screenwriter and film director. In his much-diversified oeuvres, he has published eleven books, among them great works of fiction, essays, short stories, and screenplays. Trevisan has been influential as a literary and cultural critic, particularly on gay and lesbian issues and his works have been translated into English, Spanish, and German. Early in his career in 1970, Trevisan wrote and directed a feature film, Orgia ou o Homem que Deu Cria, which was censured by the Brazilian military regime for almost ten years. In 1976, however, Trevisan wrote his first book, Testamento de Jônatas Deixado a Davi, and in 1983, Em Nome do Desejo. He subsequently emerged as one of Brazil's more important literary figures due to the enormous quantity and quality of work produced over the course of his career on a variety of topics. In 2010, one of his many short stories, The Secret Friend, was adapted to a short film directed by Flavio Alves. The film was shot in Brooklyn, and entered more than 80 film festivals and won 21 awards all over the world, including Best of the Fest at Palm Springs International Film Festival, the Storyteller Award at Savannah Film Fetival, and the Van Gogh Award at the Amsterdam Film Festival, among others. Trevisan's best-known literary work, Two Bodies in Vertigoo is part of the anthology The 100 Best Brazilian Story Tales of the Twentieth Century. He has been honored three times with Premix Jabuti, which is the most prestigious Brazilian literary award and three times with the Association of Art Critics of São Paulo (APCA) Award, as well as several other honors. Yet, despite the numerous awards and distinctions, his work has been ignored by the Brazilian mainstream media. Between 1973 to 1976, Trevisan lived in Mexico and in the United States, where he had direct contact with the gay rights movement. Not surprisingly, in 1978, he founded, SOMOS, the first gay rights organization in Brazil and, in the same year, the first gay news publication, O Lampião da Esquina. In 1982, he started research for his book, Devassos no Paraiso (Perverts in Paradise), which became at the time the most comprehensive study of the history of homosexuality in Brazil. He currently resides in São Paulo, Brazil. http://en.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3...

Carla Diacov é uma poeta brasileira, nascida em São Bernardo do Campo em 1975. É formada em Teatro. Estreia em livro, além da participação em algumas antologias, com Amanhã Alguém Morre no Samba, (Douda Correria, Portugal, 2015). Tem participação em diversas revistas online e impressas. Se atraca com as plásticas o tempo inteiro, movimento que a serve a construir em conjunto de matérias ou que a traz de volta às letras somando algo da extração da borracha. Gosta de abordar o sangue menstrual. Autora de Amanhã Alguém Morre no Samba (Douda Correria, 2015/Edições Macondo, 2018), A metáfora mais Gentil do Mundo Gentil, (Macondo Edições, Juiz de fora, 2016), Ninguém Vai Poder Dizer Que Eu Não Disse (Douda Correria, 2016), bater bater no yuri (livro online pela Enfermaria 6, 2017), A Menstruação de Valter Hugo Mãe (editado pelo escritor português, no projeto não comercial Casa Mãe, Portugal, 2017), A Munição Compro Depois (Cozinha Experimental, 2018).

Jean Wyllys tem uma história de envolvimento com trabalhos em favor da justiça social, de uma educação para a cidadania e para a valorização da vida, e em favor das liberdades civis, que remonta à sua adolescência, quando pertencia às pastorais da Juventude Estudantil e da Juventude do Meio Popular, e atuava nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. Parceiro dos movimentos LGBT, negro e de mulheres, Jean Wyllys participa de ações que combatem a homofobia, a intolerância e o fundamentalismo religiosos, a discriminação contra o povo de santo, o trabalho escravo, a exploração sexual de crianças e adolescentes, e as violências contra a mulher. Jean Wyllys foi eleito deputado federal pelo PSOL-RJ para o mandato 2011-2015. É escritor, com três livros publicados; professor universitário na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Universidade Veiga de Almeida (UVA), ambas no Rio; e colunista da Carta Capital.


Fabio Weintraub nasceu em São Paulo, SP, em 24 de agosto de 1967. Psicólogo e doutor em Letras pela Universidade de São Paulo, realizou pesquisa sobre representações do espaço urbano na poesia brasileira pós-1990. É autor dos livros de poemas Sistema de erros (São Paulo: Arte Pau-Brasil, 1996), Novo endereço (São Paulo/Juiz de Fora: Nankin/Funalfa, 2002), Baque (São Paulo: Editora 34, 2007) e Treme ainda (São Paulo: Editora 34, 2015). Por Novo endereço, recebeu os prêmios Cidade de Juiz de Fora, em 2001, e Casa de las Américas, em 2003, o que lhe rendeu uma segunda edição bilíngue, em espanhol e português (Nueva dirección/ Novo endereço. São Paulo/Juiz de Fora/Havana: Nankin/Funalfa/ Casa de las Américas, 2004), com tradução de Lourdes Arencibia Rodríguez. Seu livro Baque também foi publicado em Portugal, em 2012, pela editora Língua Morta. Treme ainda foi finalista do Prêmio Jabuti 2016. Além dos livros em Cuba e Portugal, teve poemas publicados na Espanha, no México e nos Estados Unidos. Coordenou para a Nankin Editorial a coleção de poesia brasileira “Janela do Caos” e participou por mais de uma década do grupo Cálamo, núcleo de pesquisa e criação poética ligado à Casa Mário de Andrade.


Glauco Mattoso é um pseudônimo de Pedro José Ferreira da Silva. Seu nome artístico é um trocadilho com glaucomatoso, termo usado para os que sofrem de glaucoma, doença que o fez perder progressivamente a visão, até a cegueira total em 1995. É também uma alusão a Gregório de Matos, de quem se considera herdeiro na sátira política e na crítica de costumes. Glauco cursou biblioteconomia na Escola de Sociologia e Política de São Paulo e letras vernáculas na USP. Nos anos 70, participou da resistência cultural à ditadura militar através do grupo dos "poetas marginais". Além de editar o fanzine poético-panfletário Jornal Dobrabil (trocadilho com o Jornal do Brasil e o formato dobrável dos folhetos satíricos), colaborou em diversos períódicos da imprensa alternativa, tais como o tablóide gay Lampião e o humorístico O Pasquim. Na década de 80, publicou trabalhos em revistas como Chiclete com Banana, Tralha, Mil Perigos, SomTrês, Top Rock, Status e Around, ensaios e críticas literárias no Jornal da Tarde, além de diversos volumes de poesia e prosa. Em 1982, edita a Revista Dedo Mingo, como um suplemento do Jornal Dobrabil. Nos anos 90, perde por completo a visão em decorrência do glaucoma de que sofria há anos. Deixa de lado a criação gráfica (história em quadrinhos e poesia concreta) e passa a dedicar-se a escrever letras de músicas e à produção fonográfica. Com o professor da USP Jorge Schwartz, ganha o Prêmio Jabuti pela tradução que ambos fazem da obra inaugural de Jorge Luis Borges, Fervor de Buenos Aires. Nos anos mais recentes, retorna à criação de poesia escrita e textos virtuais, produzindo textos e poesias para a internet, colaborando em revistas eletrônicas e impressas, tais como a Caros Amigos. Fonte: Wikipédia

Cidinha da Silva - nasceu em Belo Horizonte, em 1967, onde se graduou em História, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Transferiu-se em seguida para São Paulo, com brilhante atuação no GELEDÉS - Instituto da Mulher Negra, organização não-governamental que chegou a presidir. A escritora possui forte engajamento com a causa negra e com questões ligadas às relações de gênero. Suas publicações encontram-se, assim, alinhadas a tais temáticas, no intuito de promover maior espaço de reflexão sobre as identidades tidas como subalternas. Em fevereiro de 2005, fundou o Instituto Kuanza, que tem por objetivos desenvolver projetos e ações nos campos da educação, ações afirmativas, pesquisa, comunicação, juventude e articulação comunitária. Todos encontram-se vinculados à discussão sobre as assimetrias racial e de gênero e subsidiam a formulação de políticas públicas nessas áreas. Como dirigente cultural, concebeu e executou projetos inovadores como o "Geração XXI", em inéditas parcerias com empresas e organizações não-governamentais. Nessa linha, atuou também como gestora de cultura na Fundação Cultural Palmares, onde se destacou pela organização da publicação Africanidades e relações raciais: insumos para políticas públicas na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas no Brasil (2014). Sua estreia na Literatura Afro-brasileira se dá com a coletânea em prosa Cada Tridente em seu lugar, publicado em 2006 e reeditado no ano seguinte. A obra foi pré-selecionada pela Fundação Biblioteca Nacional para integrar o projeto de expansão de bibliotecas públicas por cidades do interior do Brasil. E as narrativas “Domingas e a Cunhada”, “Pessoas trans” e “Angu à baiana”, presentes no livro, tiveram os direitos de filmagem adquiridos pela produtora Lúmen Vídeos, de Vitória, Espírito Santo. Composto em sua maioria de textos curtos, Cada Tridente em seu lugar explicita o permanente diálogo com a realidade contemporânea e, no plano formal, o contínuo entrelaçamento da crônica com o conto. Desde então, foram nada menos que onze títulos publicados entre 2006 e 2016, abarcando crônicas, poemas e narrativas infantojuvenis. Já o volume Você me deixe, viu? Eu vou bater meu tambor!, lançado em 2008, confirma sua atuação na literatura relacionada à alteridade e inclui escritos voltados para o universo da homoafetividade. No prefácio do volume Sobre-viventes (2016), a pesquisadora e poeta Lívia Natália afirma: "vi-me muitas vezes retratada em situações e personagens. Vi minha mãe, minha avó vivendo nas páginas de Cidinha da Silva como as negras ali representadas com uma dignidade belíssima. Andei com estes textos entre fatos que todos nós, brancos ou negros, vivemos em nossa travessia racial pelo mundo, já que nossa roupa, por excelência, é a nossa pele que, como texto que é, fala logo e antes de nossa boca." (NATÁLIA, 2016, P. 12). Cidinha da Silva é autora ainda das peças teatrais Engravidei, pari cavalos e aprendi a voar sem asas, encenada pelo grupo "Os Crespos" em 2013, e Os coloridos, também encenada pelo grupo em 2015. Além das obras referidas, autora tem presença constante nas redes sociais e na imprensa alternativa publicada na internet. É editora da Fanpage cidinhadasilvaescritora e colunista dos portais Forum, Geledés e Diário do Centro do Mundo.


Laerte Coutinho, known mainly as simply Laerte, is a Brazilian cartoonist and screenwriter, known for creating comic strips such as Piratas do Tietê (Pirates of the Tietê River). She was part of the Brazilian underground comics scene of the 1980s. Together with Angeli and Glauco (and later Adão Iturrusgarai) she drew the collaborative comic strip Los Três Amigos. She has done work for publications such as Balão, O Pasquim, and Chiclete com Banana magazines, and draws regularly for Folha de S. Paulo newspaper. Since the mid 2000s, her strips have become more "philosophical" and less humor-focused, relying less on recurring characters. ______ Estudou comunicações e música na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, porém não se formou nestes cursos. Laerte participou de diversas publicações como a Balão e O Pasquim. Também colaborou com as revistas Veja e Istoé e os jornais Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. Criou diversos personagens, como os Piratas do Tietê e Overman. Em conjunto com Angeli e Glauco (e mais tarde Adão Iturrusgarai) desenhou as tiras de Los Três Amigos.







