Este livro parte de uma indagação básica - "É possível ser chiquérrimo no século XXI?" - e de um interessante retrospecto da evolução do conceito de "chic" nos últimos 50 anos, numa tentativa de "entender como viemos parar neste momento de supervalorização das imagens, do hedonismo e do narcisismo". A conclusão a que a reflexão proposta pela autora conduz, e que passa por uma ácida e bem-humorada crítica do culto à "celebridade", é de que "ninguém é chic se não for civilizado". Não por coincidência, ideia-força do livro seguinte da Gloria Kalil, Alô, Chics!, seu maior best-seller.