
9 autores, 9 contos e muito terror para os DarkSiders A Caveira trouxe um presente especial para os DarkSiders nesse Natal: São 9 contos de 9 autores brasileiros que apenas os realmente corajosos conseguirão ler até o fim. Acesse os contos na íntegra pelo DarkBlog e fique assombrado pelo resto da vida. Contos: 1. Manjedoura 2. O último natal 3. Tudo que é Vermelho 4. O Casebre no Brejo 5. Ossinhos de Belém 6. F. Natal 7. Natividade 8. Live de Natal 9. O maior presente de Giuseppe Ricci
Authors
Nascido em 1977, em Monte Alto, São Paulo, foi apenas recentemente que Cesar Bravo deu voz à sua relação visceral com a literatura. Durante sua vida, já teve diversos empregos—ocupando cargos na indústria da música, na construção civil e no varejo. É farmacêutico de formação. Bravo publicou suas primeiras obras de forma independente, e em pouco tempo ganhou reconhecimento dos leitores e da imprensa especializada. É autor e coautor de contos, romances, enredos, roteiros e blogs. Transitando por diferentes estilos, possui uma escrita afiada, que ilumina os becos mais escuros da psique humana. Suas linhas, recheadas de suspense, exploram o bem e o mal em suas formas mais intensas, se tornando verdadeiros atalhos para os piores pesadelos humanos.
Márcio Benjamin nasceu em Natal (RN), em 1980. Autor de romances, roteiros e livros de contos de horror rural e folclóricos (Maldito Sertão, Fome e Agouro), também já se aventurou no teatro (Hippie-Drive, Flores de Plástico, Ultraje) e trabalha como advogado. Figura constante em projetos do Sesc (Arte da Palavra, Mostra Sesc de Culturas, Mostra Sesc Carri, Flipelô), participou de eventos nacionais como a Bienal do Livro do Ceará e de Recife, e internacionais, como a Primavera Literária de Paris e Nova York e a Feira do Livro de Paris. Márcio também é roteirista de séries, curtas-metragens e longas-metragens. Ganhador dos Prêmios Moacy Cirne de Ficção de 2019 e do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica Narrativa Curta de Horror 2020. Nascido e criado no sertão paraibano, Shiko é ilustrador, grafiteiro, roteirista, diretor de curta-metragem e autor de quadrinhos. Já expôs em galerias de Portugal, Itália, Holanda, França e Brasil. Como autor de quadrinhos produziu Marginal Zine, Blue Note, O Quinze, adaptação do romance de Rachel de Queiroz. Em 2013, publicou pelo projeto Graphic MSP a HQ Piteco: Ingá e lançou O Azul Indiferente do Céu, pelos quais recebeu os prêmios Angelo Agostini e HQMix de Melhor Desenhista 2014, além do HQMix de Melhor Álbum de Terror/Aventura/Fantasia. Voltou a receber esse prêmio em 2015 pela HQ Lavagem. Em 2019, lançou o quadrinho Três Buracos. Suas obras mais recentes são Carniça e a Blindagem Mística – É Bonito Meu Punhal (2020) e Carniça e a Blindagem Mística Parte 2 – A Tutela do Oculto (2021). Saiba mais em seu instagram @chicoshiko.

Bruno Ribeiro (1989), nasceu em Pouso Alegre/MG e é radicado em Campina Grande/PB. Escritor, tradutor e roteirista. Autor do livro de contos Arranhando Paredes (Bartlebee, 2014), traduzido para o espanhol pela editora argentina Outsider, e dos romances Febre de Enxofre (Penalux, 2016), Glitter (Moinhos, 2018 / Finalista da 1° edição do Prêmio Kindle e Menção Honrosa do 1° Prêmio Mix Literário de Literatura LGBTQI+), Zumbis (Enclave, 2019) e Bartolomeu (Autopublicação, 2019). Mestre em Escrita Criativa pela Universidad Nacional de Tres de Febrero (UNTREF), venceu o Prêmio Todavia de Não Ficção com o projeto de um livro-reportagem sobre um feminicídio no agreste paraibano. Foi também semifinalista do 3º prêmio Aberst de Literatura e um dos vencedores do concurso Brasil em Prosa, promovido pelo jornal O Globo e pela Amazon, com o conto “A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero”. Edita o blogue: brunoribeiroblog.wordpress.com “[Bruno Ribeiro é] um Nelson Rodrigues contemporâneo, com mais virulência e menos pudor para o macabro.” (Marcus Lima Martins) “Tinha jurado para mim mesmo nunca mais ler uma narrativa sobre um escritor em conflito com o mundo ou com bloqueio criativo, mas não contava com Bruno Ribeiro, o príncipe da prosa sulfúrica, pornográfica e ultrajante.” (Alfredo Monte) “(…) Glitter deixa o leitor atônito, por fim, porque junta tudo isso em uma narrativa fluida, inteligente e muito crítica. Não é fácil achar um romance assim por aí.” (Ricardo Lísias) "(...) Bruno Ribeiro se consolida como importante nome do meio literário por sua percepção crítica e pela capacidade de apurar a banalização da morte e a mercantilização dos corpos que, infelizmente, caracterizam o comportamento da sociedade pós-moderna, transformando-as em matéria para sua literatura tóxica, denunciativa e potente.” (Literatamy) “Bruno sabe como deixar o leitor desconfortável, mas também sabe fazê-lo rir (ou de nervoso, ou de alívio). Eu mesmo ri até ficar com dor nas costelas (de nervoso e de alívio). Quem gosta de humor negro não pode deixar passar.” (Roberto Denser) "A literatura de Bruno Ribeiro vem para nos dizer isso mesmo: escrever será impossível, mas também inevitável. Essa é a magia. Sem essa batalha, não haverá literatura." (Mariana Travacio)
