
«Elogio do Passeio Público foi escrito em cerca de três meses, entre outubro e dezembro de 2004, a uma cadência regular de doze ou treze páginas por semana e sem qualquer plano prévio que orientasse os rumos da história. (...) Falar aqui de escrita é falar rigorosamente de uma expressão: uma voz e uma visão do mundo. (...)Elogio do Passeio Público é uma fantasia sobre o Portugal do Estado Novo em que a fidelidade histórica é substituida por uma operação de distorção de um tempo e de uma realidade que lhe acentua o patético e o ridículo.» Do prefácio de Jorge Martins Trindade