
Klássicos “Otimismo humanitarista, desencanto irónico e confiança na liberdade subjazem à obra literária e cívica de Almeida Garrett. (...) Em 1824, na sequeência das contrarreações absolutistas, vive o exílio, primeiro em Inglaterra e depois em França, o qual, com interrmitências decorrentes dos avanços e recuos que o regime liberal, com o qual colabora vai sofrendo em Portugal, durará doze anos, e do qual sai metamorfosdeado: ideologicamente menos otimista e esteticamente romântico. (...) Em O Arco de Sant'Ana, Garrett evoca o século XIV para nos fazer rir causticamente do seu tempo, o século XIX, (...) romance empenhado, assume-se como um manifesto contra a crescente arrogância da <>, que "chafurdava." no dominante <> do tempo dos Cabrais, na ânsia de recuperar o podr perdido com o liberalismo." Isabel Pires de Lima