
Não há BEM que dure para sempre, nem MAL que nunca se acabe! Por vários milênios havia existido na América do Sul uma nação próspera e feliz. Formada por povos-irmãos que viviam em paz entre si e com a natureza, Pyndô-Rama era a imagem perfeita do Paraíso na Terra. Os livros de História contam que foi o navegante português Pedro Álvarez Cabral quem descobriu o Brasil em 1500. Esta, porém, é a versão oficial dos conquistadores, algo bem diferente da verdadeira história. Antes de Cabral, em 1485, a “Terra das Palmeiras” recebera a expedição de D. Andrés D´Aragón. Mais conhecido como “O Terrível Mago Conquistador”, D. Andrés lançou sobre Pyndô-Rama uma grande maldição, roubou seu maior segredo, dizimou seu povo e baniu seus líderes. Os 13 Mitos Guardiões foram traídos, desmoralizados e aprisionados no vácuo do espaço-tempo estático por 500 anos. Mas o tempo passa e a maldição chegara ao fim. A Ampulheta dos Cinco Séculos havia sido revirada! Vamos então para 2027, onde começa o novo capítulo desta O Despertar dos Mitos. Onde ressurgirão os heróis de Pyndô-Rama? Como estarão 500 anos depois? Eles e elas se lembrarão de quem realmente são? Conseguirão recuperar seus poderes especiais? Poderá o Mal impedi-los de reerguerem sua nação? A sorte foi lançada! Assim começa A Saga de Pyndô-Brasyl. Neste livro, um dos quatro volumes que formam A Saga de Pyndô-Brasyl, eu uso a leveza da ficção para fazer uma releitura adulta e atual dos mitos e lendas brasileiros. Aqui eu trago a você histórias fantásticas, aventura, mistério, romance, fatos reais e imaginários. Tem também muita brasilidade, nossa incrível diversidade étnica, racial e social, e a riqueza de nossas cidades e biomas. Os personagens são os clássicos mitos brasileiros, mas reconstruídos a partir da sua essência, ampliados e atualizados para melhor refletirem a pluralidade do Brasil de hoje. A cultura ocidental costuma valorizar os mitos romanos, gregos, egípcios, nórdicos e até celtas. E a mitologia brasileira, como fica? Nasce e morre na pré-escola. Infantilizados, diluídos ou distorcidos, nossos mitos hoje pouco refletem a rica cultura que os ampara. Minha isso foi obra da contracultura colonizadora, visando abafar nossa essência para nos impor a sua. Pois é, não a cultura brasileira triunfou, livre. Agora é hora de também libertarmos nossos mitos! Sou a Rachel Durante Silvestre, nasci em 2006 no Brasil e comecei a viajar pelo país com um mês de vida. Quer viajar comigo e com nossos mitos? Venha!