Vitrificação, estilhaços, riscos, violência e história No mais recente livro de Luís Quintais, uma das vozes mais seguras da nova poesia portuguesa, somos confrontados com um fulgor rítmico magistral e com a visita a alguns dos lugares paradigmáticos na poesia do autor."O Vidro" faz alusão a fragmentos de Anna Calvi, António Damásio, Edmond Jabès, Fernando Pessoa, Martin Amis e T.S. Eliot. «Uma linha? Uma linha no poço sem fundo da história. Estrépito de armas ou mistificação plena é tudo o que vejo como quem escuta ou escuto como quem vê.»