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Pensée féministe décoloniale book cover
Pensée féministe décoloniale
panorama du féminisme décolonial d'Amérique latine
2022
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Quinze autrices originaires d'Amérique du Sud, centrale et caribéenne questionnent les concepts du genre, du patriarcat, du développement. Elles défendent un féminisme communautaire et autochtone, un féminisme noir, un écoféminisme, une améfricanité. Elles prônent le bien vivre, une autre conception des droits humains ou un nouveau véganisme. De cet ouvrage émerge une pensée contestatrice, multiple et rénovatrice, qui questionne, enrichit et mobilise de nouvelles réflexions et actions pour le(s) féminisme(s) contemporain(s). Un livre pour lutter contre toutes les formes d'oppression et rêver à de nouvelles solidarités... En couverture, un clin d'oeil au wiphala, ces carrés de sept couleurs assemblés en drapeau, symbole politique et culturel pour de nombreux peuples autochtones d'Amérique.
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Authors

Sueli Carneiro
Sueli Carneiro
Author · 2 books

Sueli é uma das mais expressivas filósofas, ativistas e autoras do feminismo negro no Brasil e seus artigos abordam temáticas imprescindíveis para refletir sobre a sociedade e moldar o pensamento. Sueli fala sobre gênero, raça e ascensão social, o poder feminino no culto aos orixás, tempo feminino, expectativas de ação das empresas para superar a discriminação racial, novos e velhos desafios do movimento negro no Brasil, além de outros temas fundamentais para a compreensão histórica e política da luta das mulheres negras brasileiras. Filósofa, escritora e ativista antirracismo do movimento social negro brasileiro. Sueli Carneiro é fundadora e atual diretora do Geledés—Instituto da Mulher Negra e considerada uma das principais autoras do feminismo negro no Brasil. Possui doutorado em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP).

Lélia Gonzalez
Lélia Gonzalez
Author · 3 books

Lélia Gonzalez foi uma ativista e intelectual negra; denunciou o racismo e o sexismo como formas de violência que subalternizam as mulheres negras. Nascida em Belo Horizonte, no dia 1° de fevereiro de 1935, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde graduou-se em História e Geografia, fez mestrado em Comunicação e doutorado em Antropologia Política. Atuou como professora em escolas de nível médio, faculdades e universidades. Iniciou o primeiro curso de Cultura Negra na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Para Lélia Gonzalez, o conceito de cultura deveria ser pensado em pluralidade e servir como elemento de conscientização política. Neste sentido, por meio do curso de Cultura Negra, propunha uma análise da contribuição africana na formação histórica e cultural brasileira, tendo incorporado ao currículo aulas práticas de dança afro-brasileira, capoeira e o conhecimento das religiões de matriz africana. Foi uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado contra Discriminação e o Racismo (MNUCDR), em 1978, atualmente Movimento Negro Unificado (MNU), principal organização na luta do povo negro no Brasil e, integrou a Assessoria Política do Instituto de Pesquisa das Culturas Negras. Lélia também ajudou a fundar o Grupo Nzinga, um coletivo de mulheres negras e integrou o conselho consultivo da Diretoria do Departamento Feminino do Granes Quilombo. Uma das primeiras obras publicadas pela ativista foi o artigo “Mulher negra: um retrato” e, na década de 80, publicou seu primeiro livro “Lugar de negro” em parceria com o sociólogo Carlos Hasenbalg. A obra trouxe um panorama histórico do modelo econômico de 1964, a inserção da população negra neste cenário e o resgate histórico dos movimentos sociais negros. Publicou em 1987 o livro “Festas Populares no Brasil”, onde registra as festas populares espalhadas pelo Brasil, traduzindo a diversidade das manifestações culturais de cunho religioso ou não. Além da festividade a obra mostra os laços indissociáveis entre Brasil e África. Lélia faleceu em 10 de julho de 1994, seu legado através de sua obra acadêmica e militância contribuíram para impulsionar não apenas a problemática racial no Brasil, mas também o papel da mulher negra na sociedade.

Rita Segato
Rita Segato
Author · 11 books

Rita Laura Segato is an Argentine-Brazilian academic, who has been called "one of Latin America's most celebrated feminist anthropologists" and "one of the most lucid feminist thinkers of this era". She is specially known for her research oriented towards gender in indigenous villages and Latin American communities, violence against women and the relationships between gender, racism and colonialism. One of her specialist areas is the study of gender violence. Segato was born in Buenos Aires and educated at the Instituto Interamericano de Etnomusicología y Folklore de Caracas. She has an MA and a PhD in anthropology (1984) from Queens University, Belfast. She teaches Anthropology at the University of Brasilia, where she holds the UNESCO Chair of Anthropology and Bioethics; since 2011 she has taught on the Postgraduate Programme of Bioethics and Human Rights. She additionally carries out research on behalf of Brazil's National Council for Scientific and Technological Development. In 2016, along with Prudencio García Martínez, Segato was an expert witness in the Sepur Zarco case, in which senior officers at a military base in Guatemala were convicted of crimes against humanity as a result of the holding of fourteen women in sexual and domestic slavery. The defence tried to challenge the expertise of the witnesses, but their appeal was unsuccessful. Her works were an inspiration to the Chilean collective Las Tesis from Valparaíso for the song and performance A Rapist in Your Path, which was performed by women throughout America, Europe and Australia.

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