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Recordações do escrivão Isaías Caminha; Triste fim de Policarpo Quaresma; Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá book cover
Recordações do escrivão Isaías Caminha; Triste fim de Policarpo Quaresma; Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá
2020
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RECORDAÇÕES O ESCRIVÃO ISAÍAS CAMINHA é o primeiro romance do escritor brasileiro Lima Barreto. Com sua escrita clara, concisa e despojada, Lima Barreto narra as memórias de Isaías Caminha. Filho de uma humilde mulata, Isaías foi um menino muito inteligente e ótimo estudante; e, sonhando ser doutor, aos dezoito anos segue para o Rio de Janeiro, onde se depara com um mundo de aparência, hipocrisia e desonestidade. TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA é um romance do pré-modernismo brasileiro e considerado por alguns o principal representante desse movimento. Narra a trajetória de Policarpo Quaresma, um patriota ímpar, que causa estranheza nas pessoas pelos seus ideais e coragem. O livro é dividido em três partes. VIDA E MORTE DE M. J. GONZAGA DE SÁ foi publicado originalmente em 1919, Lima Barreto faz um retrato do burocrata e intelectual Gonzaga de Sá a partir dos olhos de Machado, seu jovem colega de repartição. O livro retrata também a vida nos subúrbios cariocas e faz críticas à política da época, como à do Barão do Rio Branco.

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Lima Barreto
Lima Barreto
Author · 26 books

Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu em 1881 na cidade do Rio de Janeiro. Enfrentou o preconceito por ser mestiço durante a vida. Ficou órfão aos sete anos de idade de mãe e, algum tempo depois, seu pai foi trabalhar como almoxarife em um asilo de loucos chamado Colônia de Alienados da Ilha do Governador. Concluiu o curso secundário na Escola Politécnica, contudo, teve que abandonar a faculdade de Engenharia, pois seu pai havia sido internado, vítima de loucura, e o autor foi obrigado a arcar com as despesas de casa. Como leu bastante após a conclusão do segundo grau, sua produção textual era de excelente qualidade, foi então que iniciou sua atividade como jornalista, sendo colaborador da imprensa. Contribuiu para as principais revistas de sua época: Brás Cubas, Fon-Fon, Careta, etc. No entanto, o que o sustentava era o emprego como escrevente na Secretaria de Guerra, onde aposentaria em 1918. Não foi reconhecido na literatura de sua época, apenas após sua morte. Viveu uma vida boêmia, solitária e entregue à bebida. Quando tornou-se alcoólatra, foi internado duas vezes na Colônia de Alienados na Praia Vermelha, em razão das alucinações que sofria durante seus estados de embriaguez. Lima Barreto fez de suas experiências pessoais canais de temáticas para seus livros. Em seus livros denunciou a desigualdade social, como em Clara dos Anjos; o racismo sofrido pelos negros e mestiços e também as decisões políticas quanto à Primeira República. Além disso, revelou seus sentimentos quanto ao que sofreu durante suas internações no Hospício Nacional em seu livro O cemitério dos vivos. Sua principal obra foi Triste fim de Policarpo Quaresma, no qual relata a vida de um funcionário público, nacionalista fanático, representado pela figura de Policarpo Quaresma. Dentre os desejos absurdos desta personagem está o de resolver os problemas do país e o de oficializar o tupi como língua brasileira.

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