Quase ninguém gosta de pensar na morte, mas há quem faça dela profissão. Em Portugal, existem mais de mil agências funerárias e cerca de seis mil pessoas trabalham no ramo. Que contornos tem esta indústria? Como é o dia-a-dia dos profissionais? Há algum monopólio? Este retrato analisa os diversos aspectos do negócio lutuoso, revelando facetas desconhecidas e desconcertantes.