
Uma fábula sobre o amor e o tempo. Um jogo de você quer que eu traga o mundo pra você? Um pequeno livro perfeito. "A prosa de Adriana tem sortilégio. A gente se encanta com ela no sentido de se deliciar mas também no sentido de cobra hipnotizada. De chegar ao fim e não saber vem o que nos aconteceu. Olha aí, outro talento surpreendente. De onde sai essa gente? Eusei, eu sei. De Pernambuco." Luis Fernando Verissimo Nordestina é um lugar onde ninguém mais quer ficar. A única coisa que se conta nesta terra sem futuro é o cazio deixado por que quer ir para o lado de lá da risca, onde o mundo deve estar acontecendo. E é justamente esta cidadezinha - esquecida até por Meu Deus - o cenário de amor entre Antônio e Karina. Com um texto preciso e poético, a autora constrói 'A Máquina' como uma trama delicada e afetuosa. Nela, o leitor vai conhecer uma história capaz de parar o tempo e mudar o rumo desta prosa e de outras que Antônio se pôs a contar, depois que olhou para a sua Karina, que naquela altura já tinha um olhar de adeus, e "é o mundo que você quer? Então eu trago ele para você."