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A Polaquinha (Coleção Dalton Trevisan)
2026
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Dando continuidade à publicação da obra completa de Dalton Trevisan, temos a alegria de lançar mais um volume da obra deste que é um dos grandes escritores de todos os tempos. A Polaquinha, publicado em 1985, foi o único romance que Dalton Trevisan escreveu. Nele, encontramos uma jovem funcionária de um hospital, a polaquinha do título, que se prostitui para pagar os estudos. Suas noites são uma sequência de homens que podem ser casados, violentos, sombrios e até ocasionalmente gentis. Nas palavras de Otto Lara Resende, uma busca cheia de culpa e castigo e perdição, mas onde há também o amor, no caso pelo feioso e asmático João.

Author

Dalton Trevisan
Dalton Trevisan
Author · 17 books

Nasceu na cidade de Curitiba, em 14 de junho de 1925. Formou-se na Faculdade de Direito do Paraná e liderou o grupo literário que publicou, entre 1946 e 1948, a revista Joaquim. A publicação, que circulou até dezembro de 1948, continha o material de seus primeiros livros de ficção, incluindo Sonata ao luar (1945) e Sete anos de pastor (1948). Em 1954, publicou o Guia Histórico de Curitiba, Crônicas da Província de Curitiba, O dia de Marcos e Os domingos ou Ao armazém do Lucas, edições populares à maneira dos folhetos de feira. A partir dos habitantes da cidade, criou personagens e situações de significado universal, em que as tramas psicológicas e os costumes são recriados por meio de uma linguagem concisa e popular, que valoriza os incidentes do cotidiano sofrido e angustiante. Publicou também Novelas nada exemplares (1959), Morte na praça (1964), Cemitério de elefantes (1964) e O vampiro de Curitiba (1965). Isolado dos meios intelectuais e concorrendo sob pseudônimo, Trevisan conquistou o primeiro lugar do I Concurso Nacional de Contos do Estado do Paraná, em 1968. Escreveu depois A guerra conjugal (1969) – mais tarde transformada em filme –, Crimes da paixão (1978) e Lincha tarado (1980). Em 1994, publicou Ah, é?, obra-prima do estilo minimalista. Seu único romance publicado é A polaquinha. Trevisan é reconhecido como um dos maiores contistas vivos da literatura brasileira pela maioria dos críticos do país. Apesar disso, é avesso a entrevistas e exposições em órgãos de comunicação social. Por esse motivo recebeu a alcunha de “Vampiro de Curitiba”, nome de um de seus livros. Além da Literatura, Trevisan exerce a advocacia e é proprietário de uma fábrica de vidros. Fonte

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