
"Escrevi a maior parte daquilo que hoje é este livro na Universidade de Stanford, em 1996-97, durante um ano sabático generosamente engendrado por Hans Ulrich Gumbrecht. Versões da maioria dos capítulos foram apresentadas em conferências e beneficiaram de discussões públicas. […]" (Miguel Tamen) "Um estudo empolgante e idiossincrático sobre a capacidade humana de acarinhar e odiar o mundo material, de considerá-lo responsável e de lhe conceder a sua própria humanidade… Este livro deve ser lido por historiadores de arte, antropólogos, comissários de exposições, críticos literários e por qualquer pessoa que já tenha gritado a um carro ou pontapeado uma porta." (Bill Brown, Universidade de Chicago)