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Felizmente as árvores são grandes book cover
Felizmente as árvores são grandes
2021
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Uma das vozes mais importantes da literatura do século XX, Maria Judite de Carvalho distinguiu-se pela qualidade e profundidade da sua obra. Para além de contos, crónicas, romances, poesia e teatro, a autora escreveu, sob pseudónimo, cerca de 30 poemas infantis. São essas três dezenas de poemas, a maioria deles inéditos, que juntamos nesta edição brilhantemente ilustrada por Cátia Vidinhas e onde se inclui a digitalização dos textos originais.

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Maria Judite de Carvalho
Maria Judite de Carvalho
Author · 6 books
MARIA JUDITE DE CARVALHO nasceu em Lisboa a 18 de Setembro de 1921. Estreou-se com o livro de contos Tanta Gente, Mariana (1959) e foi galardoada com o Prémio Camilo Castelo Branco pela colectânea As Palavras Poupadas (1961). Além de contos, publicou romances e crónicas, cultivando também o jornalismo. Na sua obra reflecte-se o dramatismo da solidão do mundo urbano, onde há muita gente e pouca alma. Publicou Paisagem Sem Barcos (1965), Os Armários Vazios (1966), Flores ao Telefone (1968), Os Idólatras (1969), Tempo das Mercês (1973), A Janela Fingida (1975), O Homem no Arame (1976), Além do Quadro (1983), Seta Despedida (1995), A Flor que Havia na Água Parada (1998) e Havemos de Rir? (1998). Reuniu parte das suas crónicas em Este Tempo (1992) e Diário de Emília Bravo (2002, póstumo). Foi condecorada pela Presidência da República com o Grande-Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique, em 1992 e recebeu, a título póstumo, o Prémio Vergílio Ferreira, pelo conjunto da sua obra, em 1998.
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