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ANTÓNIO MANUEL DE ALMEIDA CAMÕES GOUVEIA nasceu na Aldeia da Mata, Crato, a 24 de Janeiro de 1958. Licenciado em História (1981), Pós-Graduado em História Cultural e Política (1983) e Doutor em História e Teoria das Ideias, especialidade em História das Ideias Sociais (2006), pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a tese Um viajante estrangeiro, um diário, alguns apontamentos, dois livros, Lisboa, a corte e itinerários pelo reino. A leitura de um caso biobibliográfico-conjuntural. Docente nessa Faculdade desde 1981, aí tem leccionado matérias no âmbito da História dos séculos XV a XVIII. Investigador do Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa e colaborador do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. Foi, entre 1991 e 1997, vogal da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, no âmbito da qual colaborou em diversas exposições e publicações. Juntando estas duas dimensões, a universitária e a de programador cultural, foi um dos seus mentores e actual Coordenador do Mestrado em Práticas Culturais para Municípios, na FCSH/UNL. De Janeiro de 2010 a Dezembro de 2011 foi Director do Museu de Évora e foi Coordenador Científico da Fundação Robinson, em Portalegre. Os seus interesses, investigações e publicações centram-se na História Social Moderna (séculos XVI a XVIII) nas suas aflorações temáticas de âmbito cultural, sobretudo, as relativas às ideias e suas expressões de quotidiano ou intelectualizadas e aquelas que envolvem o mundo do religioso. Tem estudos publicados sobre figuras como Frei Tomé de Jesus, D. Francisco Manuel de Melo ou o pintor de origem flamenga Francisco Henriques, activo em Portugal no início do século XVI.

JOSÉ SUBTIL nasceu em Viana do Castelo, a 19 de Março de 1948. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Mestre em História dos séculos XIX e XX (1986), pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Doutor em História Política e Institucional Moderna (1994) e Agregado, pela mesma Faculdade. Foi Professor Coordenador com Agregação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo onde fez parte do Conselho Geral como membro eleito. É, actualmente, Professor Catedrático da Universidade Autónoma de Lisboa onde é Presidente eleito do Conselho Científico e membro do painel de avaliadores de bolsas (História e Arqueologia) da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Foi Secretário-Geral Adjunto do Ministério das Finanças (1997-2000), sendo responsável pela instalação da Biblioteca Central e do Arquivo Contemporâneo do Ministério das Finanças. Recebeu o Prémio de Mérito Académico da Fundação Fernão de Magalhães nos anos de 1996 e 1997 e seis louvores públicos.


NUNO GONÇALO MONTEIRO nasceu em Lisboa, em 1955. É licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1982), pós-graduado em História Contemporânea, pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (1986) e doutorou-se em História Moderna, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1995). Foi Assistente na Universidade de Évora e no ISCTE-IUL, antes de se tornar Professor Auxiliar Convidado da segunda instituição (1982) e actualmente é Investigador Coordenador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e Professor convidado do ISCTE (Lisboa). Realizou conferências e comunicações em vários países, tendo sido professor visitante em universidades espanholas, francesas e brasileiras. Coordenou vários projectos de investigação internacionais e organizou diversos colóquios e reuniões científicas. Publicou mais de uma centena de títulos.

PEDRO ANTÓNIO ALBUQUERQUE CASTRO ALMEIDA CARDIM nasceu em Lisboa, a 13 de Abril de 1967. Licenciado em História (1989), doutorado em História Cultural e das Mentalidades Moderna, com a tese O poder dos afectos: ordem amorosa e dinâmica política no Portugal do Antigo Regime (2000) e agregado em História Moderna (2013) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde é professor no departamento de História, desde 1989. É investigador associado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e do laboratório de Investigação «Companhia das Índias» da Universidade Federal Fluminense (Brasil) e investigador integrado do Centro de História de Além-Mar (CHAM-FCHS/UNL-UAç), do Centro de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. Foi Maître de Conférences Associé do Centre de Recherches Historiques da École des Hautes Études en Sciences Sociales – Paris (1996), Visiting Scholar do Departamento de História da New York University (1999) e Gastprofessor, Institut fur Geschichte, Universitat Wien (2000). É especialista em História da Época Moderna, História Política, História da Cultura Política, História do Direito e História do Brasil Colonial (sécs. XVI-XVIII).

ANA CRISTINA FONSECA NOGUEIRA DA SILVA nasceu em Lisboa, a 29 de Abril de 1967. Licenciada em História, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1989) e doutorada em Direito, ramo «História do Direito», na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (2005). Actualmente, é Professora Associada com Agregação e Vice Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, regendo as cadeiras de História do Direito Português, História das Ideias Políticas e História das Instituições. Coordenou os projectos Ophir - Biblioteca Virtual dos Descobrimentos Portugueses (1997/98) e Ius Lusitaniae. Fontes Históricas do Direito Português (2001/04). Integrou a equipa de investigação do projecto O Governo dos Outros. Imaginários Políticos no Império Português (1496-1961), no âmbito do qual coordena o trabalhos desenvolvidos no Cedis (Centro de Estudos em Direito e Sociedade da Faculdade de Lisboa da UNL, instituição participante). No âmbito do projecto Counting Colonial Populations estuda a História das categorias, das instituições e da produção estatística (1776-1834). As suas principais áreas de investigação são o pensamento liberal e a cidadania nos séculos XIX-XX e a história do estatuto jurídico dos territórios e populações do ultramar português, temas sobre os quais publicou Constitucionalismo e Império. A cidadania no Ultramar português (Lisboa: Almedina, 2010) e vários artigos publicados, em Portugal e no estrangeiro.

JOSÉ VICENTE SERRÃO nasceu na Figueira da Foz, em 1959. É licenciado em História (1981), pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Doutorado em História Moderna e Contemporânea (2000), pelo ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, com a tese Os campos da cidade: configuração das estruturas fundiárias da região de Lisboa nos finais do Antigo Regime. É Professor Associado do Dep. de História do ISCTE-IUL e investigador do CEHC-IUL e membro coordenador do Programa Inter-Universitário de Doutoramento em História e integra a Redacção da revista Ler História. Foi Subdirector-geral dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo (2001-2004), tendo lhe competido especialmente a coordenação das actividades desenvolvidas pela DSAT, DCRE, SAC e Arquivos Distritais. Pertenceu ao Management Committee do projecto europeu “Programme for the Study of European Rural Societies” (ESF, COST A35, 2005-2009) e é um dos fundadores da Rural Report – Rede de História Rural em Português. Especialista na Época Moderna (com ensino e investigação nas áreas de economia, política e pensamento económico, impérios e colonialismo, diplomacia e política externa, sociedade rural, urbanismo e demografia), trabalha actualmente sobre direitos de propriedade, territorialização e conflito nos espaços imperiais. Além deste projecto, dirige (com Márcia Motta) o projecto FCT/CAPES “Terras Lusas: Territorialidade e Conflito no Império Português de Setecentos”, bem como o projecto “Property rights, land settlement and land conflict in colonial Americas: a comparative study”. Entre as suas publicações mais recentes, inclui-se o e-Dicionário da Terra e do território no Império Português, um livro sobre Conflitos e Fronteiras no Império Português, e dois capítulos do livro Property Rights, Land Markets and Economic Growth in the European Countryside (G. Béaur et al., eds).



