
"O tom do novo livro de Nuno Júdice evoca Jacques le Fataliste, de Diderot, Transparências, de Nabokov, e algum Saramago. Tudo tingido por um humor finíssimo e inteliogente que mantém o leitor com o sorriso nos lábios (cortado por algumas gargalhadas) do princípio ao fim." Helena Barbas, in Expresso, 06 de Novembro de 2004