Margins
O Cabeleira book cover
O Cabeleira
1876
First Published
3.28
Average Rating
202
Number of Pages
O Cabeleira - Narra, sob o ponto de vista romântico, a vida do bandido que aterrorizou Pernambuco no final do século XVIII.
Avg Rating
3.28
Number of Ratings
81
5 STARS
10%
4 STARS
30%
3 STARS
46%
2 STARS
9%
1 STARS
6%
goodreads

Author

Franklin Távora
Franklin Távora
Author · 2 books

João Franklin da Silveira Távora nasceu na cidade de Baturité-Ceará, no dia 13 de Janeiro de 1842. Seus pais eram Camilo Henrique da Silveira Távora e Maria de Santana da Silveira. Seus primeiros estudos foram em Fortaleza, capital do estado do Ceará, e em 1884 mudou-se com os pais para Pernambuco. Estudou em Goiana e Recife, e matriculou-se na faculdade de Direito em 1859. Formou-se advogado em 1863. Além desta profissão, durante sua trajetória de vida foi também jornalista, político, romancista e teatrólogo, chegou também a exercer alguns cargos públicos nas cidades onde residiu. Em 1874 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como funcionário da Secretaria do Império. Como jornalista, redigiu A Consciência Livre (1869 a 1870) e A Verdade (1873). Como literato publicou contos e romances, fundou e dirigiu a Revista Brasileira (1879 a 1881) ao mesmo tempo que inicia a reconstituição do passado pernambucano, através da ficção e da investigação histórica. Contribuiu, desta forma, com a história e o folclore brasileiros, através de Lendas e tradições populares (1878) e de vários fragmentos de estudos históricos. Para o teatro escreveu, ainda, “Um mistério de família” (1861) e “Três Lágrimas” (1870). De advogado passou a político, sendo eleito Deputado Provincial. Na política atuou fazendo acirrada campanha contra José de Alencar, por não concordar com seu idealismo romântico. Foi Franklin Távora um dos iniciadores do Realismo e do Naturalismo no Brasil, embora ainda encontremos muitas características do Romantismo em suas obras.Utilizou o pseudônimo de Semprônio para escrever as “Cartas a Cincinato”, onde tentou denegrir a imagem de José de Alencar e onde também iniciou uma campanha a favor da literatura regionalista, pois acreditava que aí morava a verdadeira nacionalidade que deveria ser expressada através da literatura brasileira. Sua obra foi nacionalista e regionalista, diferenciando-se da maioria dos outros autores românticos. Fundou a Associação dos Homens de Letras e foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. É patrono na Cadeira 14 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do próprio fundador, Clóvis Beviláqua. No final de sua vida, desiludido da literatura e da política, queimou alguns textos inéditos. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro-RJ, no dia 18 de Agosto de 1888. Texto retirado do site: InfoEscola.

548 Market St PMB 65688, San Francisco California 94104-5401 USA
© 2026 Paratext Inc. All rights reserved