
«[…] salientamos a pouco habitual (sobretudo em obras de história) capacidade de análise de documentação tecnicamente complexa relativa às questões económico-financeiras; a consulta de fundos documentais existentes em arquivos de outros países e a ampla utilização de produção historiográfica (e outra) estrangeira – […]; o recurso a fontes orais como forma de superar, entre outras limitações, os obstáculos criados à consulta de fundos arquivísticos particularmente relevantes […] pela legislação e/ou por responsáveis de instituições portuguesas.» João Paulo Avelãs Nunes