«Figura esquiva e sem grande irradiação, até por comparação com outros monarcas, desde logo com seu pai, o venturoso Manuel, D. João III é um dos reis “mal-amados” da história portuguesa, cuja persona, enquanto homem e rei, havia de ficar irremediavelmente marcada com o acto que estabeleceu o Tribunal da Inquisição no reino, em 1536.»