
«Sozinho, no cais deserto, a esta manhã de Verão, Olho prò lado da barra, olho prò Indefinido, Olho e contenta-me ver, Pequeno, negro e claro, um paquete entrando. Vem muito longe, nítido, clássico à sua maneira. Deixa no ar distante atrás de si a orla vã do seu fumo.»